Djavan e África: uma relação de identidade, ritmo e raiz!

Na próxima semana, Djavan volta a se apresentar na África. No dia 8 Set, o cantor leva a turnê “Rua dos Amores” para Luanda, Angola, onde participa do Luanda Souns Fest. Os ingressos estão disponíveis neste link.

Em 12 Set Djavan e banda se apresentam em Maputo, Moçambique, no Cocunuts Live! Recentemente, o artista gravou uma vídeo chamada para este show. Confira!

A influência e a identificação do artista com a cultura africana são aspectos muito fortes na obra de Djavan. "Na primeira vez que eu fui à África, em 81, tomei o maior susto, quando eu pude identificar ali a raiz da minha música, porque eu tenho uma música que no início da minha carreira era muito contestada por muita gente. Diziam que era uma coisa estranha, que não tinha nem pé nem cabeça, que a minha divisão rítmica era uma coisa estranha e tal”, revelou em entrevista. 

Em 1986, no álbum “Meu Lado”, Djavan gravou o hino do Congresso Nacional Africano, “Nkosi sikelel' iAfrika”. 

A primeira canção de cunho político do artista, “Soweto”, do álbum “Não É Azul Mas É Mar”, faz menção à dolorosa resistência sul-africana contra o sistema apartheid. 

 A musicalidade africana, com todo o seu ritmo, força e suingue, expressa características que também são marcantes na obra de Djavan, em diferentes fases, mas, mantendo sempre essa raiz de identidade!

 

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